Update tecnológico para Java – Por que mudar?

O que pode fazer a diferença no processo decisório

Texto: Anderson Alves, Diretor de Desenvolvimento, e César Griebeler, Diretor de Tecnologia

Mudar, muitas vezes, é um desafio; afinal, naturalmente as pessoas são inclinadas a permanecerem no ambiente conhecido. Em qualquer segmento de negócio pesam-se na balança decisória diversas variáveis que precisam ser consideradas. Mas a principal pergunta que muitas vezes fica para depois é: o que acontece se eu não mudar?

Para traçarmos um paralelo a essa resposta, tomemos como exemplo a evolução da lâmpada incandescente até a de LED. A Philips criou a primeira lâmpada incandescente em 1891 e foram necessários 90 anos até que as lâmpadas econômicas fossem lançadas. Daí por diante, a inovação foi mais frequente até
chegarmos às lâmpadas de LED, que são 70% mais econômicas do que as anteriores. Entretanto, a tecnologia daquela primeira lâmpada, de 1891, ainda ilumina muitas residências em todo o mundo. A consequência de uma escolha ou de outra pelo consumidor é que ninguém fica no escuro se usar a lâmpada incandescente, mas deixará de lado inúmeros benefícios. 

O custo da “não mudança” implica deixar de usufruir de uma tecnologia mais moderna, que no ciclo evolutivo da iluminação busca maior eficiência economizando energia e trazendo retorno financeiro do investimento para o consumidor e para a sociedade.

Como no paradigma das lâmpadas, a decisão de um update tecnológico é o momento de medir quais serão os benefícios que ficarão para trás se a opção for “não mudar” e quais serão os benefícios da mudança. Mudar pode significar novos investimentos necessários para se preparar e receber mais rapidamente os benefícios das inovações que ocorrem a partir das novas tecnologias com maior frequência.

O momento é agora

Especificamente sobre o Java, que foi introduzido no mercado em 1995 e é hoje a linguagem mais utilizada no mundo, são muitos os benefícios que salvaguardam a decisão de migrar.

Investir agora em infraestrutura tecnológica (servidores de aplicação, hardware, software e esforço de validação) é fundamental para sustentar as tecnologias atuais e futuras, evitando deixar para a última hora todo investimento necessário,
acumulando mais de um ciclo evolutivo da tecnologia.

A busca por eficiência por meio da adoção de tecnologias modernas é alicerce para expansão do negócio; seja para um crescimento orgânico ou inorgânico, é fundamental a padronização dos processos atuais sustentados pela mesma solução, com uma arquitetura que mantenha o mesmo tempo de resposta.

Com a tecnologia Java isso é alcançado por meio de sua arquitetura; por exemplo, para uma organização que conta com mil usuários do sistema e deseja aumentá-los para três mil, a aquisição de um servidor de aplicação permite melhor gerenciamento das resquisições por parte da aplicação, propiciando eficiência no tempo da resposta, dando sustentabilidade ao crescimento desejado. Independente se o crescimento for na própria instituição ou numa nova unidade, há o balanceamento de todas essas requisições de modo a não onerar a performance do produto e garantir os padrões de atendimento da instituição.

Java e Philips

A Philips iniciou, em 2004, estudos de diversas tecnologias a fim de utilizar uma aplicação para internet, mas naquele momento não havia algo que oferecesse ao mesmo tempo os recursos necessários para uma experiência de usabilidade RIA (Rich Internet Application) - que é uma aplicação Web com características e funcionalidades de softwares tradicionais do tipo desktop - e para o desenvolvimento de uma aplicação da magnitude do Tasy. Desse modo, optou-se pela utilização do Java Desktop, que era uma tecnologia madura e pronta para o desenvolvimento de aplicações corporativas e que poderia facilmente ser migrada para uma tecnologia futura voltada para internet, em razão de sua arquitetura pronta para novos ciclos tecnológicos.

Esse primeiro passo com a migração para o Java mantém as funcionalidades e características do Tasy e agrega conceitos atuais de tecnologia e visão de futuro, como:

• alta disponibilidade (a abertura de funções de missão crítica, como o prontuário eletrônico do paciente, chega a ser seis vezes mais rápida no Java);
• clusterização e escalabilidade;
• possibilidade de usufruir das inovações disponíveis em uma plataforma de internet à medida que forem liberadas pela Philips, com uma transação tecnológica muito mais suave;
 • utilização de um único login entre duas plataformas, uma vez que a plataforma Java Swing e os módulos que estão em tecnologia de internet funcionam de forma harmoziada por meio de um single sign on, que é justamente uma funcionalidade que permite esse login único. Migrar para o Java é não perder de vista todos esses benefícios; não deixar para depois a evolução tecnológica que permitirá que a inovação se materialize no tempo certo, com resultados de maior eficiência.

É importante salientar que as inovações que virão em ambiente Web (internet) serão compatíveis com os recursos computacionais investidos para a versão do Tasy JAVA. Portanto, o processo de adoção dos novos ciclos evolutivos reutilizará toda a estrutura e arquitetura já desenvolvida na versão Java desktop (parte de servidores e banco de dados), minimizando a necessidade de investimentos.

O produto vai continuar evoluindo e você precisa estar em uma plataforma que evolua junto com a sua empresa para melhorar cada vez mais o seu desempenho operacional e a sua performance.

Organizações líderes estão um passo à frente de seu tempo, por isso são referência para o mercado na adoção de novas tecnologias, inovando e se reinventando na busca contínua da sustentabilidade e crescimento. A Philips - uma empresa centenária - oferece isso aos seus clientes, por meio de novos ciclos tecnológicos e processo de melhoria contínua. Mantenha o seu ambiente operacional atualizado e fique pronto para o futuro.

Para maiores informações sobre o processo de migração procure seu gestor de contas (pós-vendas) ou entre em contato pelo email ci.latam@philips.com

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